Consultoria técnica em Saúde e Segurança do TrabalhoIA apoia. O profissional decide.

Governança · dados · responsabilidade

Política de uso de IA em SST que a equipe consegue aplicar

Converta princípios genéricos em regras de trabalho: quais ferramentas podem ser usadas, quais dados exigem restrição, como registrar o uso e quem responde por cada validação.

Regra aplicávelProteção de dadosResponsabilidade definida
Profissionais discutindo diretrizes para uso responsável de tecnologia

Fluxo de controle

1Entrada e finalidade definidascontexto
2Fonte e processamento controladosmétodo
3Conferência por responsávelrevisão
4Registro e melhoria do processoevidência
Revisão humana obrigatória

Para quem faz sentido

O problema antes da entrega

Para empresas que precisam orientar SESMT, RH, medicina ocupacional, consultorias e fornecedores antes que o uso informal de IA se torne um risco operacional.

01

A equipe usa contas pessoais sem diretriz corporativa.

02

Não há regra sobre dados sensíveis, prontuários ou documentos internos.

03

Ninguém sabe quando declarar ou registrar o uso de IA.

04

A responsabilidade pela resposta gerada fica indefinida.

Arquitetura do uso

Onde a IA entra e onde ela deve parar

O apoio automatizado fica cercado por finalidade, fonte, regra e profissional responsável.

01Demanda real
02Dados permitidos
03Apoio da IA
04Revisão técnica
05Registro e melhoria

Escopo técnico

O que precisa ser analisado

O diagnóstico confirma aplicabilidade, profundidade, dados necessários e responsabilidades antes de fechar a proposta.

01

Inventário de usos atuais e ferramentas acessadas.

02

Classificação de dados e situações proibidas ou condicionadas.

03

Papéis do usuário, revisor, gestor e áreas de apoio.

04

Regras de fontes, revisão, registro e retenção.

05

Plano de comunicação, treinamento e atualização da política.

Resultado do trabalho

Entregas que ajudam a operação a decidir

Sem pacote vazio: cada item deve ter finalidade, premissa, responsável e relação clara com o cenário avaliado.

ENTREGA 01

Política interna contextualizada

Conteúdo e profundidade definidos conforme diagnóstico e escopo contratado.

ENTREGA 02

Matriz de usos e restrições

Conteúdo e profundidade definidos conforme diagnóstico e escopo contratado.

ENTREGA 03

Fluxo de aprovação e incidente

Conteúdo e profundidade definidos conforme diagnóstico e escopo contratado.

ENTREGA 04

Guia curto para a equipe

Conteúdo e profundidade definidos conforme diagnóstico e escopo contratado.

Método

Quatro movimentos, com validação em cada passagem

A sequência evita começar pela solução antes de entender o problema, as evidências e os limites do escopo.

ETAPA 01

Entender o uso real

Alinhar premissas e responsáveis.

ETAPA 02

Classificar riscos e dados

Conferir documentos e realidade operacional.

ETAPA 03

Redigir regras operacionais

Registrar critérios, análises e decisões.

ETAPA 04

Validar, treinar e revisar

Apresentar resultados e próximos controles.

Governança aplicada

A política precisa chegar à ferramenta e à rotina

Diretrizes úteis se traduzem em permissões, papéis, dados permitidos, revisão e registro. A plataforma ajuda a tornar esses controles visíveis durante a operação.

Acesso e papéis definidosDados e fontes delimitadosHistórico das ações realizadasRevisão humana antes da conclusão
Tela real da plataforma Compia durante uma inspeção de segurança do trabalho
Tela real da plataforma: execução em campo, evidências, status e sincronização.

Como se aplica no dia a dia

Exemplo simples: antes de enviar um documento para uma IA

01

Entender a finalidade

O profissional identifica por que precisa usar a IA e quais informações seriam realmente necessárias.

02

Conferir a regra

A equipe verifica se a ferramenta e o tipo de uso estão autorizados pela política interna.

03

Proteger os dados

Informações sensíveis são retiradas, limitadas ou tratadas conforme a finalidade e as permissões definidas.

04

Revisar e registrar

O responsável confere a resposta, toma a decisão técnica e mantém o registro do uso quando necessário.

Profissional conduzindo análise técnica

Condução técnica

Tiago Martins

Engenheiro de Segurança do Trabalho · fundador da Compia.tech

Mais de oito anos em Saúde e Segurança do Trabalho e uso de IA em rotinas profissionais desde 2022, com atenção a fontes, contexto, privacidade, rastreabilidade e revisão humana.

Limites do escopo

O que esta proposta não promete

  • Documento jurídico isolado ou parecer sobre conformidade integral da empresa.
  • Autorização irrestrita para inserir dados pessoais sensíveis em IA.
  • Política copiada sem considerar ferramentas, papéis e operação.

Perguntas frequentes

Antes de solicitar a proposta

A política serve para qualquer ferramenta?

Ela define princípios comuns e pode incluir regras específicas para ferramentas aprovadas pela organização.

Quem precisa participar?

SST, RH, tecnologia, privacidade ou jurídico e as lideranças que respondem pelos processos afetados.

É necessário proibir o uso de IA?

O objetivo não é proibir por padrão, mas delimitar usos adequados, condicionados e vedados conforme risco e finalidade.

A política precisa ser atualizada?

Sim. Ferramentas, riscos e regras internas mudam; por isso deve existir responsável e periodicidade de revisão.

O agente de IA substitui o responsável técnico?

Não. A IA organiza e apoia a leitura. A validação, a decisão e a responsabilidade permanecem com o profissional competente.

Próximo passo

Estruturar a política de IA da empresa

Conte quais áreas já utilizam IA e onde está a maior preocupação de governança. A primeira conversa qualifica a demanda; não substitui avaliação, laudo ou parecer técnico.

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos dados para retorno deste contato, conforme a Política de Privacidade.

Solicitar escopo